Em um ensaio sobre Sade leu os símbolos morais da personagem seviciada Sirva-me outra dose diversas vezes repetira A pele branca com ideograma talvez ouça que a alma oscila entre tesão náusea ódio ao assistir Saló de Pasolini Urge meditar uma maneira menos ingênua de insurgir-se No bolso o maço intacto de cigarros porque ninguém interrompe a solitária leitura dizendo: a poesia é comunhão
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